Meu Metro Quadrado

2016, tchau querido

29 de novembro de 2016


Hoje faltam trinta e um dias para o fim do ano. Conto ansiosa os dias para a virada do calendário pois 2016 se encerra como um dos anos mais esquisitos da nossa história.

Hoje escrevo o texto em primeira pessoa, mais como um desabafo cansado do que como uma pauta para meu blog de imóveis.

Esse ano foi o ano das Olimpíadas, do fora Dilma, do nosso segundo impeachment, do fora Temer, do dólar a R$ 3,50, do Briext, das eleições mais disputadas da Ilha, da vitória de Trump, e da morte de Fidel. As coisas mais improváveis no cenário nacional e mundial ocorreram e normalmente pendendo para o lado que menos torcíamos.

Enquanto nos outros anos se esperava a Copa, as Eleição ou qualquer outro grande evento e pouco mudava, esse ano parece que o efeito feio de rebote. No campo dos negócios as coisas foram mais lentas, mas não sou da turma que reclama. Sigo em frente.  Em comparação a muitos só temos que agradecer. Passamos pelo ano, não desistimos, fechamos negócios e estamos com o plano de expansão ali na porta. Como todo bom brasileiro, tenho uma teimosia que me move. E nunca é fácil.

Mas o mesmo brasileiro cheio de entusiasmo e positivismo, muitas vezes me impressiona com a falta de educação em todos os níveis e hoje principalmente a falta de educação comercial – nem sei se esse termo existe, mas sofremos muito com ele. Tenho certeza que isso tem inclusive uma implicação financeira muito grande na forma que os negócios são fechados aqui na terrinha. Acho que entendi na pele a métrica do custo Brasil. As regras não são claras, a insegurança paira e pouco se pensa nas implicações das decisões.

É preciso mudar isso e de forma muito humilde e bem pequena, vou começar uma serie de posts explicando quais são os passos de um negócio e qual a ética e boa educação por parte deles.

Ainda que temperado pelo cansaço espero que entendam que ainda é uma visão positiva sobre o Brasil, minha profissão e nossas perspectivas. Mais ou menos como ‘ok, é isso o que temos. O que posso fazer com isso?’’ . Melhorar. E sim, começa com educação, sempre.

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